Por Pedro Paulo Silveira e Alexandre Faturi 06 de fevereiro de 2019 3 minutos lendo
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CSN, Vale, Sanepar e outras

06 de fevereiro de 2019   -   3 minutos lendo

O rompimento da barragem em Brumadinho continua trazendo consequências para a Vale. Ontem, a mineradora anunciou a declaração de força maior em vários contratos fechados com clientes, por conta da suspensão da produção na mina de Brucutu. A CSN também se movimenta com a pressão para desativar a barragem Casa de Pedra, também em Minas. Olho ainda em Sanepar, que ontem anunciou seus resultados do quarto trimestre de 2018.

A Vale reiterou que não existe fundamento técnico ou avaliação de risco que justifique a decisão de suspender a operação em Brucutu e está adotando as medidas judiciais cabíveis para retomar suas operações o mais rápido possível.

Essa semana, a mineradora informou que o impacto estimado da paralisação temporária da barragem de Laranjeiras na mina de Brucutu (complexo de Minas Centrais) é de aproximadamente 30 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.

A CSN informou que o encerramento das operações da barragem Casa de Pedra, em Congonhas, no Estado de Minas Gerais, faz parte de medidas já adotadas pela sua controlada, a CSN Mineração, em andamento desde 2016, e que visam o processamento a seco do rejeito gerado no processo produtivo de sua mina de Casa de Pedra.

“Atualmente, o tratamento de rejeitos a seco já cobre 40% do volume de seus rejeitos e, até o fim de 2019, a CSN Mineração estará processando 100% dos rejeitos a seco, descartando a utilização de barragens para disposição de rejeitos”, afirma a empresa.

Sanepar

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) obteve lucro líquido de R$ 320,0 milhões no quarto trimestre de 2018, alta de 107,5% em relação ao mesmo período de 2017, quando reportou R$ 154,2 milhões. Em todo o ano passado, a companhia registrou ganho líquido de R$ 892,487 milhões, avanço de 30% em relação a 2017, quando atingiu R$ 686,172 milhões.

Segundo a Sanepar, o lucro líquido foi impactado principalmente pelo crescimento da receita, enquanto que os custos e despesas operacionais diminuíram 2,6%.

O Ebitda totalizou R$ 475,7 milhões nos meses de outubro a dezembro, acréscimo de 23,9% em comparação com igual período em 2017 (R$ 383,8 milhões). Em 2018, o Ebitda somou R$ 1,642 bilhão, alta de 18,7% em relação ao de 2017, quando alcançou R$ 1,383 bilhão. Segundo a empresa, o incremento reflete a melhora contínua da eficiência operacional da companhia.

Duratex

A Duratex terá efeitos negativos no balanço referente ao quarto trimestre de 2018 por conta de ajustes no valor recuperável de alguns de seus ativos intangíveis, ou impairments, e por planos de reestruturação em fase de implementação.

Segundo a companhia, caso a proposta seja aprovada pelo conselho de administração, os impactos negativos esperados no quarto trimestre são de R$ 296 milhões no lucro líquido e de R$ 314 milhões no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). O conselho se reúne no próximo dia 13 para deliberar sobre o tema.

Banco Pan


O Banco Pan registrou no quarto trimestre de 2018 lucro líquido de R$ 73,6 milhões, ante R$ 54,9 milhões registrado em igual período do ano anterior, o que representa uma alta de 34%. O lucro antes de impostos foi de R$ 136 milhões, 6% acima dos R$ 128 milhões apurados em igual etapa de 2017.

PetroRio

Em comunicado para prestar esclarecimentos ao mercado sobre a aquisição de 70% do Campo de Frade, na área do pré-sal, a PetroRio afirma que vai pagar o total de US$ 184 milhões no ato da conclusão do negócio com a Chevron e mais US$ 225 milhões no decorrer de dois anos.

A companhia anunciou a aquisição de 51,74% em janeiro, que se somou à compra de 18,26% anunciada em outubro do ano passado. Com a transação, a PetroRio vai alcançar uma produção combinada em Frade de 15 mil barris de óleo equivalente por dia (boepd), e o total produzido pela companhia deve atingir aproximadamente 28 mil boepd. Assim, a PetroRio estima que suas reservas cheguem a 84,4 milhões de barris.

(Fonte do noticiário corporativo: Agência Estado News)

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