Nova Futura Investimentos 14 de maio de 2019 2 minutos lendo
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Mercados melhoram mesmo sem reversão da guerra comercial

14 de maio de 2019   -   2 minutos lendo
  • Mesmo sem alguma notícia promissora a respeito da guerra comercial, os mercados da Europa e os futuros dos EUA estão melhorando. O índice futuro do S&P500 está em alta de 0,60%, mesmo depois da confirmação de que os EUA confirmaram que estão preparando uma nova rodada de tarifação sobre US$ 300 bilhões de produtos chineses. O índice S&P500, em particular, estacionou em um forte suporte ontem e isso pode ter freado o ímpeto do movimento. O S&P500 bateu quatro vezes nesse patamar de 2810 pontos no ano passado e essa resistência virou um enorme suporte. O índice VIX caiu ligeiramente, para 18,80 e a curva de juros, 3 meses X 10 anos, está em +0,3%.
  • Na abertura, o Ibovespa está apresentando recuperação, com 92.500 pontos. O final do pregão de ontem foi de derretimento, com a divulgação da abertura dos sigilos bancário e fiscal de Flávio Bolsonaro, em um dia que já era ruim para o mercado. Hoje o pregão acompanha o exterior, com o dólar recuando para R$ 3,988 no futuro, depois de ter superado os R$ 4,00 ontem.
  • A divulgação da aa do Copom confirma o que era esperado: apesar da preocupação com a desaceleração da economia, a autoridade monetária manteve a postura cautelosa. A diretoria identificou no impulso fiscal contracionista uma fonte adicional para a desaceleração no primeiro trimestre, avaliando com provável uma contração. O balanço dos riscos permanece simétrico, tanto para inflação como para atividade.
  • O IBGE divulgou a Pesquisa Mensal de Serviços de março, que veio em queda de 0,7% em março, acumulando queda de 1,7% nos três primeiros meses do ano. O derretimento do setor de serviços é importante pelo peso do setor no PIB, que deve ficar realmente negativo no trimestre. Nesse cenário, de queda no primeiro trimestre, o PIB anual tem grande probabilidade de fechar abaixo de 1%. Com a queda das estimativas de crescimento, o governo pode aumentar ainda mais o aperto fiscal, com contingenciamento e cortes de verbas.


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