Mercados asiáticos encerraram o dia em queda, mesmo com o suporte do Banco Popular da China em fornecer liquidez. Na abertura, as bolsas da Ásia seguiram o desempenho anterior de Wall Street, mas logo se depararam com uma depreciação do renminbi. O dólar registrou alta de 0,97% em relação à moeda chinesa (veja no gráfico abaixo), e os mercados voltam a se preocupar com a possibilidade de atuação do Banco Central da China. Os índices acionários da Europa, também em queda, tiveram negócios agitados na abertura ao passo que a safra de balanços começa a ditar o ritmo. Gigantes multinacionais como a Unilever e Publicis divulgaram os seus números. Nos Estados Unidos, os índices futuros sinalizam uma abertura com queda de 0,3%.

Na agenda econômica de hoje, os pedidos iniciais por seguro-desemprego nos EUA caíram para 207.000. Este é o menor nível desde novembro de 1969. O indicador suporta a fala dos dirigentes do Federal Reserve, que avaliam positivamente o mercado de trabalho americano. O indicador atuou como um suporte para o dólar, que já subia, impulsionando a moeda norte-americana no mercado internacional. O índice para o dólar registra alta de 0,5%, seguindo para o seu terceiro dia consecutivo em alta.

Hoje os mercados ficarão atentos aos resultados corporativos em Wall Street, com a Microsoft Corporation no centro das atenções.

 

Brasil

O mercado local, em compasso com o exterior, registra uma queda no índice Bovespa. A apreciação do dólar manteve a tendência, e a cotação atinge US$ 3,885, com 0,94% de alta. O mercado de juros tem viés de alta, e o CDS do Brasil sobe 0,66 ponto para 242,09 pontos. Sem um fluxo relevante de notícias no Brasil, a articulação de alianças políticas e o noticiário corporativo devem ganhar peso. Hoje a safra de balanços continua com a Tim participações, enquanto a Weg realiza uma teleconferência com os seus acionistas.

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