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  • Mais uma alta dos juros
    Trump e Kim fazem as pazes
    FED vai subir os juros
    BC tenta segurar o dólar
    Dólar cai no mundo
    Dólar rumo aos R$ 4,20
    Mercado externo mantém otimismo
    Petróleo cai para US$ 65.50 em dia de otimismo
    Otimismo em altas em dia de PAYROLL
    A recuperação do Ibovespa
    Dia decisivo para Petrobrás
    Governo cede e greve pode terminar
    Petrobrás tem viés de alta para hoje
    ADR de Petrobrás afunda
    Otimismo dispara com trégua dos EUA
    IBC-Br derrete em março apontando PIB para baixo
    Dólar e petróleo sobem mais
    Mercados otimistas com Trump
    Petrobrás fecha a semana de alta na bolsa
    Guerra pode levar o petróleo a US$ 100
    Petróleo rompe os US$ 70
    Resultado da Petrobrás supera expectativas
    Dólar na máxima de quatro anos
    Bolsas aguardam o Payroll para definir tendência
    Os Swaps do BC vão segurar o câmbio?
    Reunião do FED é o evento do dia
    PIB dos EUA dá a direção das bolsas
    No exterior as bolsas estão de lado à esperado do BCE e dos resultados. No Brasil, resultado da Vale vem muito abaixo do esperado.
    Juros de anos dos EUA subindo acima de 3%, os mercados continuam reagindo com quedas nos mercados acionários, de títulos e de moedas emergentes. No Brasil, resultados de Santander, Telefônica e Fíbria vão influenciar o mercado
    No Brasil, analistas fazem contas dos riscos inflacionários associados à alta do dólar
    Nos EUA, balanços e PIB vão influenciar as bolsas. No Brasil, balanços da Vale, Santander, Bradesco e outros darão a direção dos mercados
    Após a semana de otimismo e alta de commodities, mercados globais têm dia de realização. Petro e Vale devem ter realização, acompanhando o exterior
    Commodities continuam rally global com sanções contra a Rússia. No Brasil, varejo e política são o driver do mercado mercado hoje
    Bolsas em alta na Europa e EUA por conta dos resultados do primeiro trimestre
    Otimismo nas bolsas globais com resultados corporativos do primeiro trimestre e PIB da China. No Brasil prevalece a cautela eleitoral e atividade econômica desacelerando
    Após ataque dos EUA à Síria, mercados reagem com cautela. Semana congestionada com muito indicadores e resultados corporativos
    Mercados em alta aguardando o início da safra de resultados e com a redução do ruído com a Síria.
    Bolsas em alta moderada na Europa, em dia de reunião do BCE. Futuros dos EUA em alta. No Brasil, divulgação do Varejo é o destaque
    A tensão no oriente médio empurrou os mercados para baixo e puxou o barril do petróleo para as máximas de mar/2015. No Brasil, produção industrial é destaque
    Bolsas em alta no mundo com discurso conciliador do presidente chinês. No Brasil, IPCA e melhora da bolsa.
    Em semana de vários indicadores, mercados começam em alta com redução do ruído sobre comércio global. No Brasil, IGP-DI sai abaixo das expectativas
    Bolsas em queda e volatilidade voltando a subir com nova ameaça de taxação nos EUA. Payroll sai agora de manhã. No Brasil, mercao fica à espera da prisão de Lula
    Mercados em alta na Europa e Ásia com redução das tensões entre EUA e China. No Brasil, derrota de Lula vai impulsionar otimismo.
    Mercados externos derretendo em dia de ADP e estoques de petróleo. No Brasil, Lula no STF domina.
    Volatilidade em alta com derretimento de tecnologia. Abertura melhor que o fechamento ontem.
    Mercados com sinais contraditórios em dia de feriado na Europa e queda nos EUA. A semana terá indicadores no Brasil e payroll nos EUA.
    Mercados ensaiam uma recuperação após quedas lideradas por tecnologia. No Brasil, relatório trimestral de inflação sinaliza política monetária.
    Mercados globais abalados com riscos subindo para o setor de tecnologia nos EUA. Bolsas e moedas em queda e títulos soberanos em alta.
    Bolsas globais avançam com a diminuição das tensões entre EUA e China. Dados da China mostram expansão e moedas se valorizam.
    Após o derretimento de sexta feira, bolsas globais recuperam com a promessa de diálogo entre EUA e China
    Mercados globais se ressentindo com as medidas de D. Trump contra a China. Tóquio derrete 4,5% e commodities seguem o pessimismo.
    Decisão de juros do Fed veio dentro do esperado, sinalizando uma trajetória mais suave do que o mercado esperava.
    Mercados atentos ao dia dos BCs: FED e BCB vão anunciar suas novas taxas básicas
    Mercados ensaiam um pregão mais calmo após a correria de ontem, motivada pelas denúncias envolvendo o Facebook
    A semana terá decisões de política monetária nos EUA e no Brasil. Atividade e inflação no Brasil devem mexer com os mercados hoje.
    Os mercados continuam em cautela por conta das incertezas políticas. No Brasil, IPC-S mostra nova queda de alimentos e inflação em baixa.
    Dólar subindo com discurso duro do novo secretário dos EUA, Larry Kudlow, defendendo taxação do aço e acusando a China.
    Mercados agitados com agenda econômica cheia e ruídos políticos em Washington.
    Com inflação nos EUA e varejo no Brasil, mercados devem ficar de olho nos juros dos títulos de dez anos.
    A semana começa com rally na Ásia e alta na Europa. O mercado de trabalho dos EUA trouxe de volta o otimismo, derrubando o dólar.
    Dia de divulgação do principal indicador do mercado de trabalho dos EUA, o payroll. No Brasil, índice de preços
    Minério de ferro em queda puxa mineradoras para baixo, apesar da forte alta das exportações da China indicar comércio global em crescimento
    Recuperação dos mercados com a possibilidade de Trump voltar atrás nas tarifas protecionistas.
    Europa digere eleição italiana e composição do governo alemão. No Brasil, expectativas de inflação em queda puxam juros para baixo.
    Mercados globais em queda com protecionismo de Trump e incertezas quanto ao processo de normalização da política monetária.
    Mercados globais no vermelho no primeiro dia de março. PIB no Brasil deve vir em alta de 0,6%.
    Realização nos mercados globais em reação ao depoimento de Powell no Congresso e ao PMI da China.
    Forte alta nas bolsas globais antes do depoimento de J. Powell no Congresso dos EUA.
    Semana carregada com Powell no congresso, PIB e renda pessoal nos EUA, PMI na China e PIB no Brasil.
    Mercados mixados no exterior, com altas na Ásia e quedas na Europa.
    Mercados acionários em queda e juros longos subindo marcam a resposta à da ata do FED.
    Ações em queda no exterior em dia em que o FED divulga a ata do FOMC e sinaliza para o mercado seus próximos passos.
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