Day trader
É o termo aplicado ao investidor que realiza compras e vendas do mesmo ativo, encerrando sua posição no mesmo dia. O maior desafio é acertar o timing do mercado e ter consistência de lucro ao longo do tempo.
Day trade é a compra e venda do mesmo ativo, minicontratos ou ações, dentro de um único pregão na Bolsa. O objetivo é lucrar com a oscilação intradiária de preço, comprando mais barato e vendendo mais caro no mesmo dia, no mercado à vista ou no de derivativos.
O day trade é uma operação de compra e venda de minicontratos, ou ações de uma mesma empresa, realizada em um único dia na Bolsa de Valores.
Também é considerado day trade uma operação de venda a descoberto de um ativo e a posterior compra deste mesmo ativo no mesmo dia.
O objetivo do investidor é obter lucro com a oscilação intradiária de preço de um ativo financeiro, ou seja, o lucro é proveniente da venda do ativo por um preço maior que o preço da compra.
As operações de day trade podem ser realizadas tanto no mercado à vista (ações) quanto no mercado de derivativos (opções, contratos futuros de dólar, índices como o Ibovespa etc.).
A diferença está no tempo em que a posição fica aberta. No day trade, compra e venda acontecem no mesmo pregão, sem posição overnight. No swing trade, a posição dura de alguns dias a algumas semanas. No position trade, o prazo vai de meses a anos e a decisão se apoia mais em fundamentos do que no gráfico intradiário.
Prazos diferentes trazem riscos diferentes. Quem carrega posição de um dia para o outro fica exposto a notícias e a aberturas com gap. Quem opera só no intradiário troca esse risco por custo operacional e frequência de decisão maiores. A tributação também muda: day trade tem regra própria, descrita adiante. Veja os prazos mais longos em renda variável.
Day trade e scalping encerram a posição no mesmo pregão. A diferença está no prazo e no volume: o day trader mantém a operação por minutos ou horas, enquanto o scalper opera em segundos e repete o ciclo dezenas de vezes, com apoio de sistemas de alta frequência.
É o termo aplicado ao investidor que realiza compras e vendas do mesmo ativo, encerrando sua posição no mesmo dia. O maior desafio é acertar o timing do mercado e ter consistência de lucro ao longo do tempo.
Trata-se de uma estrutura de negociação de ativos automática que tem um horizonte de investimento muito curto, durando apenas alguns segundos, em que os negociadores obtêm lucros a partir de pequenas disparidades de preços.
Os scalpers costumam usar sistemas de negociação de alta frequência (High Frequency Trading, ou HFT): grande quantidade de ordens, alta velocidade e curtíssimo período de tempo, com decisão tomada por algoritmos em computadores dedicados.
Minicontratos são frações de contratos futuros padrão, como o futuro de Ibovespa e o de dólar, criados pela B3 para facilitar o acesso de pessoas físicas aos derivativos. Valem 20% do contrato cheio, estão entre os ativos mais líquidos da Bolsa e costumam ser a porta de entrada para o day trade.
Os minicontratos são partes, ou frações, de uma negociação de um contrato, como por exemplo o futuro do índice, como o Ibovespa, ou derivado de outro ativo padrão. Eles facilitam o acesso a operações com valores menores. Os minicontratos funcionam como acordos de compra e venda de ativos na Bolsa, levando-se em consideração negociações com vencimentos futuros.
Para facilitar o acesso de pessoas físicas a esse tipo de mercado, a Bolsa de Valores brasileira, a B3, criou os minicontratos de índice e de dólar, que seguem os moldes dos contratos padrão, mas com o valor de apenas 20% do contrato cheio. Esses ativos fazem parte do mercado de derivativos, que é o mercado que negocia instrumentos financeiros que derivam de outro ativo.
O conceito é mais fácil do que parece: o dólar futuro, por exemplo, é um ativo que deriva do dólar.
O mundo dos minicontratos, em grande parte das vezes, é a porta de entrada para o day trade. Isso acontece, pois esses ativos oferecem inúmeras vantagens ao operador por ser um mercado de alta volatilidade e alta liquidez, além de bastante acessíveis para quem não possui um capital de entrada muito grande.
São os ativos mais líquidos da Bolsa de Valores. Ou seja, possuem uma enorme quantidade de ofertas. Isso acontece, pois milhares de traders e investidores realizam negociações nos minis diariamente.
Antes da criação dos minicontratos futuros de dólar, também chamados de mini dólar, o investidor que desejava apostar na alta ou na baixa do dólar tinha que ter um bom dinheiro na conta.
Isso acontecia porque o tamanho de um contrato de dólar futuro é US$ 50.000,00, e o lote padrão são 5 contratos; logo, o operacional era de US$ 250.000,00.
Havia a necessidade de ter apenas uma parte desse valor em conta (margem), mas ainda assim era inacessível para a pessoa física. As coisas mudaram quando a Bolsa de Valores criou o mini dólar, um contrato 25 vezes menor.
Consulte as especificações técnicas completas de cada ativo (tamanho do contrato, variação mínima, horários de negociação e vencimentos) nas páginas dedicadas:
As vantagens citadas por quem opera intradiário são liquidez, ausência de posição overnight, acesso à alavancagem e custo operacional definido. Nenhuma delas produz resultado por si: cada uma tem um contrapeso de risco, descrito logo abaixo.
Mini índice (WIN) e mini dólar (WDO) estão entre os contratos mais negociados da B3, o que costuma facilitar entrar e sair da posição.
A operação encerra no mesmo pregão, sem exposição a notícias fora do horário de negociação e sem gap de abertura no dia seguinte.
É possível operar valor maior do que o saldo em conta, conforme a margem vigente. A mesma alavancagem amplia o prejuízo, e a perda pode superar o valor depositado.
No Clube Trader, com RLP ativo, a corretagem é R$ 0,00 em mini índice (WIN), mini dólar (WDO) e Futuro de Bitcoin (BIT). Os demais ativos seguem a tabela pública.
Vantagem operacional não é promessa de retorno. No estudo da FGV, 97% de quem operou day trade por 300 pregões ou mais teve prejuízo. Antes de decidir, leia as estatísticas do day trade e entenda os riscos da alavancagem.
Alavancagem é a possibilidade de operar um valor maior do que o depositado em conta, a partir da margem de garantia exigida pela corretora. Se amplia os lucros, amplia também os prejuízos: o investidor pode se expor a posições muito maiores do que tem em conta e perder o total dos recursos alocados.
Em operações na Bolsa de Valores, é a possibilidade de usar determinados recursos para aproveitar oportunidades de multiplicar seus resultados. Ela funciona como um limite de crédito, possibilitando que você opere um valor maior do que tem em conta.
A alavancagem amplia a nossa força e permite mover objetos pesados com facilidade, e essa ideia funciona para seus investimentos. Essa é a definição para entendermos o conceito; agora vamos entender um pouco mais sobre seus riscos e como utilizá-la a seu favor de maneira consciente.
Se permite lucros maiores, também pode gerar prejuízos maiores se os ativos alvo dos investimentos não se valorizarem no período estipulado. Aqui, fica clara a importância de se ter um conhecimento profundo de mercado para realizar operações utilizando essa ferramenta. Em vista de os valores das margens representarem um percentual do valor dos contratos negociados, o investidor pode se expor a posições muito maiores do que os valores depositados na sua corretora, e é aqui onde você deverá depositar sua atenção para poder colher o sucesso. Apesar de a corretora determinar a margem operacional mínima, cabe ao investidor analisar qual percentual de suas reservas está depositado como margem e se quer utilizar a alavancagem máxima permitida pela corretora.
Para melhor entendimento desta mecânica, imagine um investidor que possua somente R$ 1.000,00 em sua conta na corretora e que ela exija margem operacional de R$ 100,00 por minicontrato de Ibovespa. Neste cenário, o investidor poderia negociar até 10 contratos, o que representaria um nocional próximo a R$ 200.000,00, ou seja, uma alavancagem de 200 vezes, considerando o Ibovespa a 100.000 pontos.
Os minicontratos oferecem inúmeras vantagens aos traders, pois são ativos que possuem volatilidade adequada, alta liquidez e baixos custos operacionais, que ajudam pequenos investidores a ingressarem na Bolsa.
Um dos pontos que mais se destacam nos minicontratos são as baixas margens exigidas. Para quem não sabe, a margem ou “garantia” é o valor financeiro que a corretora exige para que você tenha em sua conta para realizar operações com minicontratos.
O valor financeiro de um minicontrato de dólar, por exemplo, é de US$ 10.000,00.
Então quer dizer que você precisa ter esse valor na conta? Não: a corretora irá exigir somente uma parte deste valor (margem).
Se a corretora possibilita uma alavancagem de 200 vezes para minicontratos, isso significa que, se você tiver R$ 1.500,00 em conta, pode operar o valor total de R$ 20.000,00.
Nesse exemplo, você conseguiria operar até 10 minicontratos de dólar futuro com R$ 1.500,00. Percebe a praticidade desses ativos?
Obviamente, uma alavancagem muito alta pode ser bastante prejudicial para a sua saúde financeira, então você deve tomar cuidado quando for utilizar este recurso.
O que dizem os estudos acadêmicos e os dados divulgados pela B3 sobre os resultados de pessoas físicas em operações de day trade.
Em um estudo dos economistas Bruno Giovannetti e Fernando Chague, da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP), com dados de 2012 a 2017, de todos que tentaram alguma coisa no day trade, 92,1% pararam em menos de um ano. Dos que seguiram (aqueles que fizeram operações diárias por ao menos 300 pregões), 97% perderam dinheiro. Nos 3% que saíram no azul, 2,6% ganharam menos do que 300 reais por dia (ou até 6.000 reais em um mês com 20 dias úteis).
Entre os investidores que fizeram apenas um dia de day trade, 30% tiveram ganhos, ou algo próximo de 50% se desconsiderarmos o que eles gastaram com corretagem. É muito parecido com cassino, em que há basicamente o preto e o vermelho na roleta e a chance de acertar na primeira vez é de 48%. Conforme a pessoa repete as jogadas, a chance de continuar acertando em metade das vezes diminui. Nosso levantamento mostrou a mesma coisa. Entre quem seguiu operando no day trade de dois a 50 dias, o total de pessoas que ganharam cai para 14%. Entre os que operaram de 51 a 100 dias, 10% ganharam; de 101 a 200 dias, 8% ganharam; até os com mais de 300 dias, com apenas 3% ganhando. É claramente como em uma roleta. O que os números mostram é isso: day trade é muito mais sorte do que técnica.
Periodicamente, a B3 divulga em seu site as estatísticas de day trade de pessoas físicas, incluindo o percentual médio de clientes ganhadores por dia e por mês. Levantamentos como esses reforçam, com dados públicos atualizados, o quadro descrito pelo estudo da FGV.
A Nova Futura mostra esses números por transparência com quem decide operar: day trade é uma atividade de risco elevado, e conhecer as evidências faz parte de uma decisão informada. Por isso reforçamos a gestão de risco no dia a dia, com uso de stop, controle do tamanho de posição e o apoio da mesa de operações, para que quem escolhe operar o faça com método e consciência.
Zeragem compulsória é o encerramento da posição feito pela própria instituição financeira, sem decisão do investidor. Costuma ocorrer quando ele permanece posicionado além do horário de negociação ou quando as perdas superam a margem de risco. Além do prejuízo, podem incidir custos de corretagem específicos.
A zeragem compulsória é o encerramento de posição do investidor ou especulador, realizado pela própria instituição financeira.
O termo “compulsória” se refere ao fato de que não é o especulador que toma a decisão de fechar a posição. Ela é mais comum em operações de day trade, mas ocorre igualmente em outras formas de especulação e mesmo no caso de investimento a longo prazo.
A zeragem de posição ocorre em duas situações diferentes. No caso de day trade, ela pode se dar quando o especulador permanece na posição além do horário de negociação. Isso é conhecido como “dormir com o papel”, e muitas instituições zeram a posição diante da prática.
O funcionamento da zeragem compulsória se baseia, inicialmente, em um acompanhamento a respeito das operações de todos os traders. Quando ocorrem perdas acima da margem de risco da instituição, o mecanismo é acionado. Ou seja, o fechamento pode ocorrer diante da perda de toda a margem de garantia, causada por resultados negativos ou contrários à posição assumida.
Além do prejuízo financeiro decorrente do resultado da operação, o investidor deve atentar-se aos valores de corretagem cobrados para comandar zeragens deste tipo, que costumam ser mais elevados do que os da corretagem convencional. Os valores praticados pela Nova Futura estão publicados na nossa tabela de custos.
Consultar a tabela de custosA ordem limitada é executada apenas por um preço igual ou melhor do que o especificado pelo investidor, dando controle sobre a entrada e a saída. A ordem a mercado define só a quantidade e executa pelo melhor preço disponível no instante, sem garantia do valor. Cada tipo serve a um objetivo na operação.
Ordem é a instrução que o cliente dá à corretora para comprar ou vender um valor mobiliário. Conforme o artigo 1º, inciso V, da Instrução CVM 505, de 27 de setembro de 2011, ordem é o ato pelo qual o cliente determina que um intermediário negocie ou registre operação com valor mobiliário, em seu nome e nas condições que especificar.
A ordem limitada dá controle de preço e não garante execução. A ordem a mercado garante a execução e não garante o preço. A diferença entre o preço esperado e o preço executado é o slippage, mais frequente em momentos de volatilidade.
Quanto à validade, as ofertas (ordens encaminhadas à B3) podem ser:
Veja, em vídeo, como funcionam os tipos de ordem e como enviar uma ordem limitada na prática:
Os custos de uma operação de day trade são a corretagem do intermediário, os emolumentos da B3 e o ISS sobre a corretagem. Sobre o lucro incide 20% de imposto de renda, sendo 1% retido na fonte e o restante recolhido via DARF. A Nova Futura não cobra taxa de custódia e publica todos os valores em tabela aberta.
Os custos operacionais são corretagem, emolumentos e ISS. Corretagem é o valor que a corretora cobra por intermediar a negociação. Emolumentos são custos de bolsa. ISS, o imposto sobre as corretagens.
Risco: custo mal calculado vira prejuízo. Entenda cada linha antes de operar:
É uma taxa cobrada pelos intermediários de uma operação (bancos ou corretoras). As taxas de corretagem variam de acordo com a instituição e o tipo de ativo negociado. Alguns intermediários têm taxa de corretagem zerada.
Em contratos futuros, em especial mini índice e mini dólar, a corretagem se aplica ao número de contratos negociados, independentemente do número de ordens enviadas. Há intermediários que aplicam corretagem zero quando o investidor está com RLP ativo.
Na Nova Futura, a corretagem é R$ 0,00 em mini índice (WIN), mini dólar (WDO) e Futuro de Bitcoin (BIT), com RLP ativo, no Clube Trader. Os demais ativos seguem a tabela pública.
Também é importante saber quais são os valores das corretagens em caso de liquidações automáticas pelas corretoras, pois estas costumam ser bem mais elevadas.
É um custo cobrado mensalmente por alguns intermediários pela manutenção da carteira de investimentos. A Nova Futura não cobra taxa de custódia. A B3 mantém cobranças próprias conforme a tabela dela. Ao comparar intermediários, avalie o conjunto (sistemas, atendimento, custos e assessoria), e não uma linha isolada.
O valor cobrado pela B3 varia conforme o tipo de operação (normal ou day trade), o tipo de investidor e o valor negociado. Em contratos futuros de índice e de dólar, os emolumentos incidem sobre a negociação do contrato, na abertura ou no encerramento, e podem ter desconto por volume. A bolsa calcula essas taxas automaticamente e elas aparecem na nota de corretagem.
O IR incide sobre o lucro das operações; sem lucro, não há imposto. Em day trade, tanto em ações quanto em minicontratos, a alíquota é de 20% sobre o lucro apurado no mês, com 1% retido na fonte. O recolhimento é feito por DARF até o último dia útil do mês seguinte ao da apuração, conforme as regras da Receita Federal.
Três pontos costumam gerar dúvida. O IRRF de 1% retido na fonte é compensável: abate o imposto devido no DARF, não é custo adicional. Não existe isenção de R$ 20 mil em day trade, pois ela vale só para vendas de ações em operações comuns. E DARF abaixo de R$ 10 não é recolhido no mês: o valor acumula para o mês seguinte. Prejuízos compensam lucros futuros de day trade. Consulte um contador.
A ordem stop é uma instrução que encerra a posição quando o preço atinge um nível menos favorável, limitando a perda em cada operação. Combinada a uma boa relação risco × retorno, usualmente de 3 para 1, ajuda o trader a perder pouco nas operações erradas e a preservar o ganho médio das operações certas.
O que é: o stop pode ser definido como uma ordem para instruir o corretor, ou mesmo o próprio operador autônomo de investimentos, em uma negociação.
Como usar: ele é muito comum na prática de trade e pode ser usado quando níveis menos favoráveis do que o preço de mercado atual de um ativo forem atingidos. É como se você perguntasse a si próprio: a partir de onde não quero mais estar nessa posição?
Benefício: o stop limita o quanto o investidor pode perder em uma única operação. Neste tipo de operação o risco se concentra na alavancagem no mercado de derivativos, então gerenciar risco é parte da operação, não um detalhe.
Por ser um mercado de alto risco, o day trader precisa investir tempo em análise gráfica, métodos analíticos e sistemas, e ter disciplina para gerenciar risco. Perder faz parte do processo, e é por isso que existe o stop.
Limitar o prejuízo por operação importa porque recuperar prejuízo exige ganho maior, em percentual, do que a perda: para recuperar 50% de prejuízo é necessário um ganho de 100%. Por isso as operações ganhadoras precisam ter lucro médio acima do prejuízo médio das perdedoras.
A relação 3×1 é bastante utilizada no mercado. Por exemplo: para cada R$ 3 de alvo de ganho, a perda deve ser limitada a R$ 1; ou seja, arrisca-se 1 para ganhar 3.
O fundamental é que o prejuízo médio das operações perdedoras seja significativamente menor que o lucro médio das operações ganhadoras. Contudo, busca-se uma adequada relação retorno × risco da operação, usualmente igual ou maior que 3×1, sendo definida antes da operação.
A definição do objetivo de lucro (GAIN) envolve:
Nota: a análise técnica pode auxiliar na definição de objetivos, sejam eles de GAIN ou de STOP.
Definir a perda máxima aceitável antes de entrar protege o investidor quando o mercado se move contra a expectativa. Em movimentos de tendência, o stop não precisa ficar fixo: o stop móvel assegura parte do lucro subindo nas compras e descendo nas vendas a descoberto, acompanhando novos fundos ou topos, ou um indicador da análise técnica.
Vieses comportamentais são atalhos mentais que afastam o investidor da decisão racional no day trade. Os mais comuns são a autoconfiança excessiva, a aversão à perda, a ancoragem, a falácia do jogador e a disponibilidade. Reconhecê-los ajuda a manter a disciplina e a gestão de risco diante das emoções do pregão.
Vieses comportamentais são atalhos mentais que exigem menos esforço na tomada de decisão, levando ao sentido oposto da racionalidade. Existem diversos vieses cognitivos que podem envolver excesso de confiança, apego à experiência e insistência em opções sem perspectivas. Ninguém está livre.
No livro “Rápido e Devagar”, de Daniel Kahneman, ganhador do prêmio Nobel de Economia, o autor diz que:
“…o excesso de confiança provoca uma ilusão de habilidade nos investidores. Kahneman diz que a ilusão da habilidade está profundamente arraigada na cultura do mundo financeiro à medida que os profissionais altamente qualificados pensam que são capazes de vencer o mercado ao longo do tempo…”
Entretanto, o autor cita que poucos traders são dotados da habilidade necessária para superar o mercado constantemente, se é que há algum que consegue, ano após ano.
Como o próprio nome diz, este viés indica que o investidor não consegue controlar seus próprios impulsos, deixando a emoção se sobrepor à razão. Um exemplo deste tipo de viés ocorre quando o investidor apresenta uma série de resultados negativos no mercado, tem dificuldade em manter o autocontrole e decide continuar a montar posições para tentar ganhar o que perdeu anteriormente. Tal situação pode levá-lo(a) a perdas significativas.
Este viés indica que o investidor analisa tanto os ganhos quanto as perdas, mas não dá a eles o mesmo valor psicológico. Ou seja, a dor da perda é maior do que o prazer de um ganho na mesma proporção. Como exemplo, podemos dizer que o investidor sente muito mais a dor da perda de R$ 1.000,00 em uma operação de day trade do que o prazer obtido com um ganho do mesmo valor.
Esta heurística indica que uma pessoa foca a atenção em opiniões e informações recebidas recentemente, influenciando sua tomada de decisão. Um investidor, por exemplo, ao analisar tecnicamente uma empresa, decide montar uma posição de day trade comprando uma ação e aguardando uma leve valorização ao longo do dia. Entretanto, antes de efetuar a compra, o investidor vê no noticiário um gestor de carteira informar que espera uma queda na cotação daquela mesma ação nos próximos dias. Com base nesta informação, o investidor muda a sua decisão e decide operar vendido naquela ação, aguardando uma desvalorização do ativo ao longo do dia, e não mais uma valorização conforme a reflexão inicial.
A falácia do apostador, também conhecida como falácia de Monte Carlo, ocorre quando um indivíduo acredita erroneamente que um determinado evento aleatório é menos provável ou mais provável de acontecer com base no resultado de um evento anterior ou de uma série de eventos. Essa linha de pensamento está incorreta, uma vez que eventos passados não mudam a probabilidade de que certos eventos ocorram no futuro. Se uma série de eventos for aleatória e independente uma da outra, então, por definição, o resultado de um ou mais eventos não pode influenciar ou prever o resultado do próximo evento.
O exemplo mais famoso de falácia do apostador ocorreu no cassino Monte Carlo, em 1913.
A bola da roleta havia caído no preto várias vezes seguidas. Isso levou as pessoas a acreditarem que logo cairia no vermelho, e elas começaram a empurrar suas fichas, apostando que a bola cairia em um quadrado vermelho na próxima rodada da roleta. A bola caiu no quadrado vermelho após 27 voltas. As contas afirmam que, até então, milhões de dólares foram perdidos. A falácia do apostador, ou falácia de Monte Carlo, representa uma compreensão imprecisa da probabilidade e pode igualmente ser aplicada ao investimento. Alguns investidores liquidam uma posição após ela ter subido depois de uma longa série de pregões. Eles fazem isso porque acreditam erroneamente que, devido à série de ganhos sucessivos, a posição agora tem muito mais probabilidade de declinar.
Esta heurística indica que as pessoas tomam decisões baseadas no conhecimento mais facilmente disponível ou recordado, em vez de analisar as demais alternativas. Em outras palavras, as pessoas tomam decisões com base nas informações disponíveis e ignoram os fatos e os estudos que mostram o contrário. Um exemplo disso é quando, em momentos de pânico no mercado financeiro, as pessoas vendem suas posições e realizam enormes prejuízos simplesmente pelo fato de que crises são ruins à medida que os preços dos ativos derretem no mercado. Entretanto, ao analisar os fatos e os estudos, é sabido que os momentos de pânico são os mais adequados para ir às compras, porque o investidor consegue adquirir ativos/ações a um preço bem abaixo do preço justo, aumentando o potencial de retorno ao longo do tempo.
A estratégia Martingale é voltada a profissionais experientes, que sabem sobre as oscilações do mercado de ações e aceitam a possibilidade de perder um pouco de seus investimentos.
Quatro critérios ajudam a comparar: o escopo real da corretagem zero, o tipo de acesso ao mercado, quais plataformas existem e a que preço, e se há atendimento humano durante o pregão. Abaixo, como a Nova Futura responde a cada um.
Verifique o escopo, não só o número. Na Nova Futura a corretagem é R$ 0,00 em mini índice (WIN), mini dólar (WDO) e Futuro de Bitcoin (BIT), com RLP ativo, no Clube Trader. Os demais ativos seguem a tabela pública de custos.
Pergunte pelo tipo de acesso ao mercado. A Nova Futura oferece conexão DMA-2 e estrutura preparada para operações de alta frequência (HFT).
Confirme se há atendimento humano no horário em que você opera. A Mesa Trading atende no (11) 3195-6990, com operador humano e sem URA, em uma corretora familiar desde 1983.
Conteúdo gratuito, com lives diárias ao longo do pregão: morning call, sala de ideias e análise técnica com os analistas da mesa. Acompanhar comentário de mercado não substitui método próprio nem gestão de risco.
São três etapas: abrir conta e responder ao questionário de perfil de investidor, ativar o RLP e entrar no Clube Trader, e escolher a plataforma. Como day trade é atividade de alto risco, a última etapa inclui treinar no simulador antes de usar dinheiro real.
A abertura é gratuita e digital. No cadastro você responde ao questionário de perfil de investidor (suitability), exigido pela CVM, que indica se day trade é adequado ao seu perfil. Se não for, você é avisado antes de operar.
O RLP é o mecanismo da B3 regulamentado pela CVM. Com ele ativo, no Clube Trader, a corretagem é R$ 0,00 em mini índice (WIN), mini dólar (WDO) e Futuro de Bitcoin (BIT).
Compare Profit, Tryd e Home Broker em plataformas de trading. Antes de arriscar dinheiro real, teste o método no simulador e defina limite de perda diária.
Respostas diretas às dúvidas mais comuns sobre day trade: o que é, o que são minicontratos, como funciona a alavancagem, o que é a zeragem compulsória, quais são os custos, como funciona o imposto de renda e quanto é preciso para começar.
As operações de day trade possuem alto risco e não são recomendadas para pessoas que não tenham capacidade de compreender os riscos e as características dessas operações. Operações deste tipo podem resultar em grandes e rápidas perdas financeiras, inclusive a perda do valor total dos recursos alocados. Investimentos em renda variável envolvem risco de perda do capital aplicado, e rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. Antes de operar, confira a sua adequação ao perfil de investidor (suitability), conheça os custos envolvidos e os mecanismos de funcionamento da sua corretora, como limites, zeragem compulsória e horários de negociação. Na Nova Futura, corretora independente e familiar desde 1983, você conta com mesa de operações com atendimento humano e tabela pública de custos.